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A importância da vacina em toda a sua vida3 minutos de leitura

Importância da vacina

Há mais de 200 anos a primeira vacina chegou ao Brasil. O país foi da erradicação de doenças graves ao retorno de algumas delas recentemente. Saiba porque você deve se vacinar

 

Melhor prevenir do que remediar, diz o ditado. E é exatamente esse o motivo pelo qual a vacina fora criada: evitar a propagação de doenças. A poliomielite, a rubéola, o sarampo e a difteria são exemplos de males que já foram problemas de saúde pública no Brasil e foram erradicadas. 

Porém, de alguns anos para cá essas doenças têm retornado, como é o caso da epidemia de sarampo que o país enfrentou em 2019. Muito disso se deve ao movimento antivacina, já existente há bastante tempo, mas que ganhou força no fim da década de 1990 com uma publicação contra a vacina em um importante periódico de saúde.

Por isso, esse conteúdo tem o objetivo de explicar mais sobre a importância da vacina, como funciona o calendário de vacinação ao longo da vida e sobre o movimento antivacina. 

 

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Não à vacina: movimento antivacina

As razões que levam algumas pessoas a não vacinarem os filhos ou a si próprias são complexas. Incluem falta de confiança, dificuldades no acesso à vacina e motivos religiosos. Mas, em 1998, o movimento antivacina ganhou força depois que o médico inglês Andrew Wakefield publicou um artigo científico na revista Lancet, um dos mais importantes periódicos de saúde no mundo. 

O conteúdo do estudo associou o aumento do número de crianças autistas com a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Anos depois, descobriram que o médico recebia dinheiro de advogados em processos por compensação de danos de vacinas. A revista foi obrigada a se retratar, mas já era tarde. Até hoje, há quem cite o artigo de Wakefield.

O impacto do movimento antivacina é tão grave, que foi incluído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) no relatório sobre os dez maiores riscos à saúde global.

A importância da vacina

Segundo a OMS, “a vacinação é uma das formas mais eficientes, em termos de custo, para evitar doenças. Ela atualmente evita de 2 a 3 milhões de mortes por ano, e outro 1,5 milhão poderia ser evitado se a cobertura vacinal fosse melhorada no mundo”. 

A vacina estimula o corpo a criar anticorpos que são a defesa do organismo contra vírus e bactérias. Isso acontece porque elas são produzidas por meio de microrganismos enfraquecidos, mortos ou a partir de alguns de seus derivados.

Assim como os remédios, a vacina também pode causar reações ou efeitos, como febre, mal-estar ou dores no corpo e/ou no local de aplicação. Mas, na maioria das vezes, estes eventos são esperados, inevitáveis e leves, sem consequências permanentes e de curta duração. 

 

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Calendário de vacina ao longo da vida

Há pessoas que acreditam que a vacinação acontece apenas quando criança ou em casos de epidemias. Mas, na verdade, existe um calendário de vacina para cada fase da vida:

Crianças são vacinadas até os 5 anos de idade;

Adolescentes devem tomar vacinas entre 9 e 19 anos, dependendo do gênero;

Adultos precisam manter as vacinas em dia entre os 20 e os 59 anos;

Idosos a partir dos 60 anos têm quatro vacinas além da anual contra a gripe.

Neste link você tem acesso ao calendário de vacina oficial do governo e pode conferir se a sua carteira de vacinação está em dia. Neste outro, acessa a história da vacinação no país e da criação do Programa Nacional de Imunizações (PNI). 

 

Com informações do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical.

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